Ir para o conteúdo

Câmara Municipal de Dourados - MS e os cookies: nosso site usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Ao continuar você concorda com a nossa Política de Cookies e Privacidade.
ACEITAR
PERSONALIZAR
Política de Cookies e Privacidade
Personalize as suas preferências de cookies.

Clique aqui e consulte nossas políticas.
Cookies necessários
Cookies de estatísticas
SALVAR
Notícias
ABR
07
07 ABR 2017
Pedro Pepa solicita melhorias em estrutura de cardiologia do Hospital Evangélico
receba notícias
Após visita ao Hospital Evangélico nesta quarta-feira (5), o vereador Pedro Pepa (DEM), representante da Comissão de Higiene e Saúde da Câmara de Dourados, solicitou ajuste no setor de cardiologia. O aumento de leitos e serviço "porta-aberta" são alguns dos requerimentos do vereador.O serviço de cardiologia, de acordo com o vereador, estava há um ano sem contrato, sendo que há três meses não realizava atendimentos no hospital evangélico. Ontem, em reunião com representantes do hospital, comissão, secretaria de Saúde e Conselho Municipal de Saúde, foi realizada uma minuta de contrato, com valor de R$ 7 milhões anuais."O hospital pediu 30 dias para analisar a minuta, mas também estamos analisando", afirmou o vereador. Ele pontua que algumas alterações na estrutura devem ser feitas, como a ampliação de leitos, passando de 10 para no mínimo 12, e também do serviço "portas abertas", onde os pacientes da cardiologia são encaminhados diretamente para a especialidade, diminuindo a espera.Já na quinta-feira (6) a comissão visitou mais uma vez o Hospital Evangélico para fiscalizar a estrutura do local. "Temos que saber se tudo está dentro do que reza o contrato", alegou o vereador.Pedro Pepa ressaltou que a comissão da câmara irá realizar fiscalização rigorosa no hospital, durante e após o processo de assinatura do contrato. "Mesmo sabendo que é uma decisão técnica, tentaremos fazer com que ela seja cumprida o mais rápido possível", acrescentou.O vereador lembrou que o serviço de cardiologia ficou suspenso por aproximadamente quatro meses, por falta de pagamento dos funcionários, porém o atendimento foi regularizado há quase cinco dias. "Com isso, a demanda que já era grande, cresceu mais ainda", realçou.
Seta